[Entrevista] Papo Literário com a escritora Gisele Souza

Olá, amores! Tudo joia?

Hoje trago para vocês mais um daqueles papos gostosos. E hoje vamos conhecer um pouquinho mais sobre a escritora Gisele Souza, autora da série Inspiração, dos romances Pecaminoso, Era Você, Momentos, da trilogia Deuses e de tantos outros que vocês necessitam conhecer 😉 Só posso dizer a vocês que estou é morta com essa entrevista. ❤

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“Gisele Souza é uma taurina teimosa, sonhadora, fascinada pela vida e apaixonada por sua família. Romântica incurável, encantou-se pelos livros aos quatorze anos. Começou sua carreira em 2013, tornando-se best-seller na Amazon com a série “Inspiração”. Desde então não parou mais. Com um gosto literário bem eclético, sonha em escrever histórias de vários gêneros, colocando no papel o seu amor pela escrita. Nascida em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, leva uma vida simples ao lado do marido e filho.” Texto extraído da Editora Charme

L.C. Gisele, primeiramente nos fale um pouco sobre você.

G.S. Olá, queria agradecer pela oportunidade e o carinho.

Sou uma pessoa simples, com gostos simples. Sou casada há 9 anos, tenho um filho de 7 e levo uma vida tranquila. Tenho sonhos e objetivos. Sou teimosa e orgulhosa. Isso atrapalhou bastante a minha vida ao longo dos anos, mas estou aprendendo a contornar esse defeito da minha personalidade. Não tenho muitos amigos, mas os que conquistei são importantes demais. Adoro ler, ir ao cinema e passar o dia maratonando na Netflix. Odeio matemática e amo biologia e história. Adoro pizza e não sou nada fitness. Meu sonho de consumo é conhecer a Grécia.

L.C. Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

G.S. Difícil escolher um só, mas o que me deixou com os olhos inchados por um dia inteiro foi o da Raiza Varella. Caçadora de Estrelas.

L.C. Em que momento de sua vida você decidiu que escreveria a trilogia “Deuses”?

G.S. Desde que comecei eu queria escrever algo relacionado a fantasia, deuses, imortais… A história que eu tinha criado não era legal e eu resolvi mudar. Continuei com a ideia do deus grego, Apolo, se apaixonando por uma mortal, mas precisava de um toque diferente. Foi quando eu fiz dele o Deus do Rock. E depois que finalizei o livro mexi na história quatro vezes até que chegasse a edição nova que ele está hoje. Escrever fantasia é muito complicado e como eu amo esse gênero tentei até conseguir dar o meu melhor.

L.C. Escrever sempre foi natural para você. Ou você teve que se esforçar bastante para transpor a sua imaginação ao papel?

G.S. Nunca tinha pensado em escrever um livro em si, mas sempre escrevi poemas, cartas de amor… até um roteiro para um filme uma vez eu escrevi na 6ª série (pensando bem agora o roteiro se parece muito com Amor Elástico, o primeiro livro que escrevi). Mas quando resolvi escrever profissionalmente foi algo natural ❤

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[Entrevista] Papo Literário com a escritora Julianna Costa

Olá, amantes da literatura! ❤

Genten, sei que que ando meio sumidinha e peço logo desculpas, pois vou ficar cada vez mais ausente, por causa dos meus estudos! Mas enfim… Sempre que puder visitarei o bloguinho de vocês e também posto alguma novidade por aqui. E hoje para compensar minha ausência. Trago nada mais nada menos do que a diva Julianna Costa, hehehe! Pois é gente! Sou fã dessa mulher! ❤ Julianna Costa é escritora de literatura erótica. Mas quando vocês forem ler os romances de Julianna, se preparem para se deparar com personagens femininas fortes, determinadas e empoderadas. É exatamente isso que me faz ser apaixonada pela escrita de Julianna Costa. Sem mais…

14958334_1151033774984195_2133363635_nL.C. Julianna, primeiramente nos fale um pouco sobre você.

J.C. Sabe aquela amiga que você liga quando tá com um problema absurdo que ninguém vai entender, mas você precisa falar com alguém que saiba que não vai te julgar? Pronto. Sou eu.

L.C. Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

J.C. É difícil responder com um único livro. Meu top 5! Não obrigatoriamente nessa ordem:

A Higiene do Assassino, de Amelie Nothomb

A Arte de Pedir, de Amanda Palmer

Sandman, de Neil Gaiman

As Intermitências da Morte, de José Saramago

O Sol dos Scorta, de Laurent Gaudé

L.C. Em que momento de sua vida você decidiu que escreveria a trilogia “Negligê” e compartilharia com pessoas desconhecidas?

J.C. Quando escrevi Negligê, eu já tinha histórias postadas e livros publicados, então a decisão de compartilhar foi natural. Sobre a escrita do livro em si: um dia, eu tive a ideia de escrever uma determinada cena, Negligê foi um dos livros que criei para tentar tornar a cena possível. Mas acabou que a cena não entrou para a história, ironias da vida!

L.C. Escrever sempre foi natural para você. Ou você teve que se esforçar bastante para transpor a sua imaginação ao papel?

J.C. Sempre foi natural. Eu escrevo desde que aprendi como. Meu primeiro livro foi escrito com sete anos de idade (não recomendo a leitura desse, hahah), depois disso foram muitos contos e poesias por toda minha adolescência, até finalmente sentar e escrever um romance completo.

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L.C. De onde surgiu a inspiração para escrever o romance “23 Noites de Prazer”?

J.C. 23 Noites veio de uma coleção de eventos… primeiro, lendo “Marianne”, um conto de Anaïs Nin (provavelmente minha autora erótica favorita), eu fiquei irritada porque a mulher mais experiente não ajuda Marianne com seus problemas e comecei a brincar com a ideia de como seria ter um “guru sexual particular”. Depois, lendo Breve Romance de Sonho, do Schnitzler (que detestei, confesso), eu fiquei considerando como seria se aqueles sonhos fossem mais interessantes (para o meu gosto) e fui unindo as duas ideias até formar um sonho com gurus sexuais. Eu comecei a escrever porque queria testar minhas habilidades em cenas eróticas para incluí-las em outros livros, mas fui juntando todas as ideias e o livro foi tomando forma. A ideia do Djinn foi sugestão de uma amiga. Quando eu lhe apresentei a ideia do livro que estava escrevendo, ela lembrou da figura do Djinn.

L.C. Teve algum escritor(a) que influenciou você no tipo de escrita?

J.C. Muitos que me influenciaram na vontade de escrever. Quanto ao tipo de escrita especificamente, acho que soa um pouco arrogante dizer “eu escrevo parecido com…” hahahah Mas acho que todos me influenciam um pouco. Seja como exemplos do que quero fazer ou do que não quero.

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[Entrevista] Papo Literário com a escritora Camila Pelegrini

Olá, amores! Tudo bem?

Sei que estou em falta com vocês, mas é que andei meio ocupada esses dias. Mas estou de volta! ❤ E hoje vamos conhecer a autora Camila Pelegrini. Ela foi maravilhosa em aceitar responder as perguntinhas do blog. Então vamos conhecer o trabalho dessa maravilhosa escritora?

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“Com um sonho na cabeça e uma caneta na mão, Camila Pelegrini (22 anos), estudante de direito e professora de inglês, criou um mundo pela primeira vez. A mais nova escritora é de Mogi Guaçu e é uma consumidora assídua de livros, o que chega até a ser um vício (um dos bons é claro). O livro Sombras do Medo é o primeiro publicado e ela já trabalha em suas próximas obras.” (Texto extraído da Editora Arwen)

L.C. Camila, primeiramente nos fale um pouco sobre você.

C.P. Huum.. Camila é uma apaixonada por literatura, animais, política e pela ideia de contribuir para um mundo melhor. Vivo pelas minhas convicções e pelo objetivo de tentar crescer como profissional e como ser humano.

L.C. Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

C.P. Pollyanna e Capitães de Areia.

L.C. Em que momento de sua vida você decidiu que escreveria o romance “Aos Olhos de Zoe” e compartilharia com pessoas desconhecidas?

C.P. Quando terminei Sombras do Medo, tive a ideia de Aos Olhos de Zoe. Comecei a escrever paralelamente a uma outra história, que me parecia muito mais especial. No entanto, quando Zoe foi tomando forma, abandonei o outro livro e me entreguei, de corpo e alma, ao romance. Depois de escrito, senti muita vontade de compartilhá-la com quem quer que quisesse ouvir.

L.C. Escrever sempre foi natural para você. Ou você teve que se esforçar bastante para transpor a sua imaginação ao papel?

C.P. Eu sempre escrevi, mas costumava me ater a textos acadêmicos. Sombras do Medo foi minha primeira experiência nesse sentido e, apesar das dificuldades próprias da escrita de um romance, me encontrei ali.

L.C. De onde surgiu a inspiração para escrever o romance “Aos Olhos de Zoe”?

C.P. Aos Olhos de Zoe é minha tentativa de, através da literatura, mostrar o quanto é importante o respeito pelos animais, a responsabilidade por suas vidas. Queria mostrar o quanto podemos aprender com outras espécies, se os observarmos com atenção. Zoe é minha personagem favorita de toda a vida, porque contou a história de um jeito muito singelo e ensinou também para mim várias lições.

L.C. Teve algum escritor(a) que influenciou você no tipo de escrita?

C.P. Costumo dizer que tudo o que lemos de alguma forma nos influencia, ainda que não percebamos, então acho que todos que já li haha

L.C. Quais dicas você daria para quem está pensando em se aventurar na escrita de um livro?

C.P. Diria para ler muito, ter fé em você e nos seus projetos, estudar, escrever, escrever, reler, apagar, escrever haha É importante que você tenha em mente que é um trabalho desafiador e que vai exigir muito de você, mas, por isso mesmo, é extremamente prazeroso o resultado.

L.C. Ao criar seus personagens, você costuma colocar muito de si mesma em cada um deles, ou procura colocar características de pessoas que convivem com você?

C.P. Os personagens costumam vir prontos para mim, com sua própria carga de experiência, vontades, peculiaridades. É impossível dizer que não são influenciados pelo meio em que vivo, mas não é de propósito. E sim, me reconheço em algumas características dos meus personagens haha

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[Entrevista] Papo Literário com o escritor Athos Briones

Olá, amantes de livros!

Hoje nosso papo literário é com o mais novo escritor da literatura nacional, Athos Briones. Seu livro de estreia “Muito Mais Que o Acaso”, foi lançado na Bienal do Livro de SP pela editora Gutenberg. Local em que Athos espalhou amor e autógrafos. ❤ E o Lendo & Cozinhando só pode agradecê-lo por ter concedido essa entrevista ao blog. Obrigada! Desejamos sucesso e muita, muita imaginação para que continues nos presenteando com lindas histórias. ❤

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L.C. Athos, primeiramente fale um pouco sobre você. Seus hobbies? Sonhos?

A.B.  Eu sou um jovem muito ativo. Costumo praticar esportes, estudar e ficar com a família. Tenho o sonho de me tornar coach da Mahamudra Brasil e de crescer cada vez mais no mundo da literatura.

L.C. Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

A.B. Sem dúvida “As Batidas Perdidas do Coração” – Bianca Briones.

L.C. Houve algum momento em que você decidiu se aventurar no mundo da escrita?

A.B. Quando me fizeram a proposta, pensei muito por um tempo depois decidi me jogar de cabeça.

L.C. Escrever um romance foi natural para você. Ou você teve que se esforçar bastante para transpor sua imaginação para o papel?

A.B. No começo foi difícil, mas depois que engatou foi tranquilo até.

L.C. De onde surgiu a inspiração para escrever “Muito Mais Que o Acaso”?

A.B. Eu vivi uma história parecida. rs

L.C. Teve algum escritor(a) que influenciou você no tipo de escrita?

A.B. Com certeza! Bianca Briones, Babi Dewet, Paula Pimenta e Thalita Rebouças!

L.C. Quais dicas você daria para quem está pensando em se aventurar na escrita de um livro?

A.B. A literatura é um sonho para muitos, e assim como qualquer outro sonho, o melhor conselho que posso dar é nunca desistir e mentalizar que vai dar certo!

L.C. Alguma personagem é baseada em alguém que você conheça? Alguma situação transcrita no livro vem de uma experiência pessoal?

A.B. A maioria, os amigos de Victor têm muitos traços dos meus amigos, mas acho que as inspirações mais evidentes são a mãe de Victor, que é muito como a minha, e Victor, que é muito como eu. Rs

L.C. Quais são seus autores favoritos?

A.B. Bianca Briones, Babi Dewet, Paula Pimenta, Bruna Vieira, Thalita Rebouças e Ique Carvalho.

L.C. Você tem algum novo projeto surgindo por aí? Pode nos contar?

A.B. Estou pensando em algumas coisas, mas não posso contar ainda.

L.C. Athos, obrigada pela entrevista! Gostaria de dizer algo para os leitores do Blog Lendo & Cozinhando?

A.B. Obrigado a vocês pela oportunidade! Gostaria de convidar todos para meu evento na Bienal de SP  dia 03 às 15h no estande do Grupo Autêntica.

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Para saber mais sobre Athos Briones e seu trabalho acesse: Fanpage Athos Briones

Beijos e até o próximo post!

Malu ❤

[Lançamento] Novidades Literárias de Setembro

Olá, amores! Tudo bem com vocês?

Hoje trago para vocês as novidades da Editora Arqueiro. Sim! A Arqueiro está com uma seleção de livros para esse mês de Setembro de arrasar o coração e, claro, o bolso! Não estou sabendo lidar com tanta coisa boa! ❤ Também tem alguns relançamentos do Nicholas Sparks: “O Guardião” e “Um Porto Seguro”.

_SUA_ESPERA_1471459451605950SK1471459451B Mase sempre preferiu a vida simples em seu rancho no Texas à agitação do mundo do pai em Rosemary Beach. Na verdade, ele quase nunca visita o famoso astro do rock e Nan, sua meia-irmã mimada e egoísta. Mas tudo muda quando conhece uma das empregadas da casa, uma garota linda que, sem saber da presença dele, o desperta com seu canto desafinado. Depois de anos sendo maltratada pela família e pelos colegas por causa de um distúrbio de aprendizagem, Reese conquistou sua liberdade e mora sozinha trabalhando como diarista para as famílias ricas da cidade. No entanto, seu sustento fica ameaçado quando ela causa um acidente na casa de Nan Dillon. Ao ser salva por Mase, um rapaz atencioso e com charme de caubói, Reese fica surpresa pelo gesto dele e, depois, apavorada quando ele demonstra interesse nela. Nunca na vida Reese conheceu um homem em quem pudesse confiar. Será que Mase pode ser diferente? Nessa ardente paixão que nasce entre a doce e batalhadora Reese e o centrado e sexy Mase, Abbi Glines mais uma vez mescla tristezas da vida real com amores de contos de fada e nos faz suspirar até a última página.

ciclo-terramar-1Há quem diga que o feiticeiro mais poderoso de todos os tempos é um homem chamado Gavião. Este livro narra as aventuras de Ged, o menino que um dia se tornará essa lenda. Ainda pequeno, o pastor órfão de mãe descobriu seus poderes e foi para uma escola de magos. Porém, deslumbrado com tudo o que a magia podia lhe proporcionar, Ged foi logo dominado pelo orgulho e a impaciência e, sem querer, libertou um grande mal, um monstro assustador que o levou a uma cruzada mortal pelos mares solitários. Publicado originalmente em 1968, O feiticeiro de Terramar se tornou um clássico da literatura de fantasia. Ged é um predecessor em magia e rebeldia de Harry Potter. E Ursula K. Le Guin é uma referência para escritores do gênero como Patrick Rothfuss, Joe Abercrombie e Neil Gaiman.

DEZ_FORMAS_DE_FAZER_UM_CORACAO_1471390297605816SK1471390297BUma história arrebatadora, sensual e comovente, que não deixa nada a dever ao primeiro livro. Os personagens nos conquistam e o ritmo perfeito da trama, junto com os diálogos magistrais, multiplica o prazer.” – Romantic Times Book Reviews.  Isabel Townsend não é exatamente o que se espera da filha de um conde. Apesar de ter a pele delicada e de saber se portar como uma dama quando necessário, a jovem também monta a cavalo, conserta telhados, administra a propriedade e cria o irmão caçula desde que a mãe faleceu – tudo isso sem despertar a menor suspeita de que não há um homem sequer para cuidar de sua família. Para o pai dela, que só queria se divertir e gastar dinheiro em jogatinas, pouco importava o que ela fizesse. Porém, quando ele morre, Isabel se vê sem recursos e precisa defender os direitos do irmão, ameaçados pela chegada iminente de um tutor. Assim, não lhe resta saída senão vender sua coleção de estátuas de mármore, o único bem que herdou. Para sorte sua, um especialista em antiguidades acaba de chegar ao condado. Inteligente e sensual, lorde Nicholas St. John é um solteiro convicto que deixou Londres para se livrar das jovens que passaram a persegui-lo desde que foi eleito um dos melhores partidos da cidade.  Em poucos dias, fica claro para Nick que Isabel é a mulher mais obstinada e misteriosa – além da mais interessante – que já cruzou seu caminho. Ao mesmo tempo, ao conhecê-lo melhor, a independente Isabel percebe que há homens em que vale a pena confiar. Enquanto eles põem de lado suas antigas convicções, seus corações se abrem para dar uma chance ao amor.

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[Entrevista] Papo literário com o escritor Cláudio Quirino

Olá, amores! Hoje é sexta! E trago para vocês mais uma entrevista maravilhosa. Dessa vez com o escritor Cláudio Quirino, autor de “Um Novo Amor à Vista“. Digo a vocês que ele foi um amor em conceder a entrevista, por isso tenho certeza que vocês vão amar. ❤

14081455_939529246172917_1774497081_nCláudio Quirino é um escritor pernambucano – gênero policial –, funcionário público e estudante de Administração. É autor do livro de chick-lit mais charmoso do momento, Um Novo Amor à Vista, que recebeu críticas positivas e atingiu o 4o lugar, durante semanas, da lista dos livros digitais mais vendidos da revista Veja. Também escreveu Como Amar em uma Semana e, atualmente, está escrevendo o suspense policial Conspiração Brasileira e publicando gratuitamente no Wattpad o erótico Como Seduzir um Capacho, que já conta com mais de 120 mil leituras até o momento e que tem colecionado críticas excelentes e indicações de leitura.

L.C. Cláudio, primeiramente fale um pouco sobre você. Seus hobbies? Sonhos?

C.Q. Sou uma pessoa firme, com pés no chão, mas que vive sonhando eternamente e esperando as melhores coisas da vida e das pessoas. Sou sempre (sempre mesmo!) alguém que se coloca no lugar do outro, que gosta de ser amigo, de ouvir, de estender a mão e de ser um ombro. Eu tenho vários e vários hobbies, dentre os quais se destacam ler, estudar, caminhar (embora eu esteja um pouco sedentário nos últimos tempos, mas ninguém é perfeito, né? rsrsrs..), estar na companhia da noiva e da família, ver meus seriados policiais preferidos e tecer milhares de teorias possíveis, gosto de contemplar a natureza, agradecer a Deus pelas coisas boas que tenho conquistado e, melhor ainda, agradecer pelo futuro que Ele me reserva. Sonho demais com uma vida onde existam mais oportunidades para todos, que o preconceito seja apenas um passado que ninguém mais faça qualquer questão de lembrar, que o mundo tenha mais mentes esclarecidas que sejam capazes de provocar mudanças significativas.

L.C. Qual o livro mais marcante que você leu até hoje?

C.Q. São tantos dos quais me recordo. Lembro bastante dos livros de literatura clássica do colégio, esses que a gente é meio que “obrigado” a ler e conhecer para compreender o pensamento daquela época. Sempre lia sem pretensão alguma, nunca os achei divertidos, na verdade, mas alguns deles me surpreenderam tanto que me fizeram ler outros e outros e mais outros, até que, quando percebi, estava eu conhecendo uma porção de autores que nem sabia que existiam. Mas, sem dúvida, os livros da Agatha Christie eram os que mais me provocavam mistos de sentimento, que iam de perplexidade ao amor pelo que ela escreve. Nunca esquecerei minhas reações ao ler O Caso dos Dez Negrinhos e Por que não pediram a Evans?.

L.C Houve algum momento em que você decidiu se aventurar no mundo da escrita?

C.Q. Minhas ideias sobre escrever livros surgiram na minha infância – ou quase adolescência –, com tentativas frustradas de ser o maior e mais bem-sucedido astronauta da face da Terra. Começou assim, acreditem, com um aspirante à escritor muito pequeno e sentado no chão da sala, com seus cadernos e lápis coloridos e desenhos horríveis e tortos sobre duas pessoas que visitavam o espaço. Nascia ali um amor que nunca mais me abandonaria e que me tornaria alguém que eu jamais poderia – e suporia – imaginar que eu me transformasse. Acho que, quando você acredita demais na vida, tudo conspira a seu favor. O que é bom chega até você. Quando estou fazendo qualquer tarefa, às vezes nos momentos ou lugares mais inimagináveis, surge uma ideia do que deveria ser o começo de um novo livro. Algumas, eu crio intencionalmente para provocar um efeito positivo no leitor, mas, em geral, são as ideias que me encontram em algum momento do meu dia. Posso olhar uma cigarra, saltitando entre as folhas, e disso eu construo um enredo sobre alguma coisa igualmente parecida.

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